Tributo a Barrichello

Vale uma olhada, vídeo criado por Alex em homenagem a um dos maiores nomes do automobilismo mundial.

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Quem na Ferrari em 2012

Nem teve fim a temporada deste ano e os rumores já soam pelo paddock da F1, Massa continua ou sai?

Felipe vem há muito tempo correndo na sombras de Alonso, o piloto Espanhol já é claramente tido como número 1 pela equipe.

Fato este confirmado no Gp da Alemanha quanto Felipe Massa recebeu ordens para deixar Fernando Alonso passar.

Felipe dispensa comentários, foi moralmente campeão em 2008 no fato Nelsinho Piquet e tem chances de vencer novamente.

Mas a Ferrari pode não ser a sua equipe em um futuro próximo, pois segundo o jornal Daily Mail a equipe italiana estaria tentando contratar Jenson Button da Mclaren, na semana do Grande Premio de Valência a atual equipe do campeão de 2009 devera tentar um novo acordo para o piloto Ingles permanecer no time até o final do ano que vem.

E agora, especulação ou realidade, para onde vai Felipe Massa do Brasil?

O Surgimente da Eterna Fibra de Carbono

Uma das grandes tecnologias que mudaram o cenário das corridas de automóveis e do mundo teve inicio na década de 70, sendo a busca dos homens da Formula 1 por carros mais leves. Nos anos trinta o milionário Howard Hugles, tentou uma mistura de madeira impregnada com plástico, em seu famosos barco voador Spence Goose, porem seus estudos não foram muito longe.
No final dos anos 50 quando o programa espacial dos Estados Unidos começou a buscar materiais leves, foram estes introduzidos nos carros de Grandes Prémios. Eram extremamente caros naquela época, mas em Montijuich Park na Espanha quando quebrou a asa de Rolf Stommeleus, no ano de 1975 foi mostrado que a péça, era feito em Fibra de Carbono, este acidente causou a morte de cinco pessoas.
Gradualmente a chapa de alumínio de cerca de quinze anos de vida foi sendo substituída pela nova tecnologia que diminuía consideravelmente os pesos dos carros.
Em 1979 a Brabham BT49 de Gordon Murray era quase toda construída em compostos de carbono. A Mclaren MP4/1, projetada por Jhon Barnard foi o primeiro carro a ter o chassi feito totalmente do composto, junto da Lotus que seguia a mesma margem de tecnologia, o MP4/1 pesava 20 Kg e era 40% mais leve que os demais carros, apesar de ser bem mais caro sua construção, já que tinha que ser construido pela industria aeroespacial Hércules nos Estados Unidos.
O novo material mostrou-se eficaz, John Watson provou vencendo o Grande Prémio da Inglaterra, e seu companheiro Andrea de Cesaris mostrou a resistência do novo chassi, batendo varias vezes na temporada.
Logo outras equipes aderiram a moda, em 1982 a Alfa Romeo e a Toleman tinham o composto em seus carros, em 1983 o projetista da ATS Gusta Bruner, introduziu outra novidade, ele criou o chassi sem estrutura externa, com o revestimento ainda em alumínio retirado do chassi diminuiu-se o peso para 18 Kg.
Nesta altura quase todas as equipes aderiram aos novos chassis, apenas a Williams demorou mais um ano para creditar confiabilidade no novo material.
A década de 70 e 80 ficou marcada com o estudo do mais inteligente e eficaz material que um carro de competições poderia ter por mais que muitas outras tecnologias surgiram.
A Fibra de Carbono continua até hoje sendo utilizada e fabricadas de forma artesanal, dentre tanta tecnologia esta os laminadores.

Você sabia: O carbono como vimos faz parte da história da F1, e o Vanwall foi o primeiro carro dos tradicionais ingleses  realmente vencedor de Grandes Prémios na F1.
“Confira aqui”

Enzo Anselmo Ferrari(800)GPS

 
 Fernando Alonso, Stefano Domenicali e Felipe Massa
Nada mais que 800 gps, uma marca incrível foi comemorada em 30 de Maio de 2010, a equipe mais próxima que existe em relação a Formula 1, a historia de uma esta impregnada com a da outra. O responsável por isto Foi um italiano nascido em 18 de Fevereiro de 1898 na cidade de Módena chamado Enzo Anselmo Ferrari.
A marca Ferrari nasceu em 1928 pelas mãos de Enzo, um génio do esporte a motor, uma exemplo de homem organizado, tantos foram os adjetivos que lhe deram como autocrata antipático, um rude camponês italiano, uma pessoa bondosa e amoroso pai que nunca superou a morte de seu filho Alfredino Ferrari, que morreu em 1956, aos 26 anos, sofrendo de distrofia muscular progressiva.
Enzo, filho de um metalúrgico, era apaixonado pelo esporte a motor desde os dez anos, após servir ao exército na 1ª guerra mundial conseguiu emprego de motorista de chassi de caminhão e os conduzia até a montagem, frequentava locais aos arredores de Milão onde circulavam muitas pessoas ligadas ás competições. Logo conheceu Ugo Sivocci chefe de teste de uma empresa chamada Contruzioni Mecaniche Ntional “CMN”,que reconstruía veículos militares, mas que planejavam investir na área de carros esportivos, usando seu famoso dom de persuasão para fazer Sivocci o colocar como seu assistente, e rapidamente já estava tendo sua primeiras experiências em competições de curta duração. Em seguida foi trabalhar em uma área semelhante na Alfa Romeo que na época não tinha muita fama, mas que tinha projetos em competições, e então atúou como piloto de testes e em algumas ocasiões participava das corridas,
Suas habilidades e coragem foram reveladas que eram maior como administrador do que como corredor, em 1924 quando a Alfa o inscreveu no Grande Prémio da França, ele guiou seu carro na sessão de treinos livres, e em seguida parece que fingiu estar doente para pegar um trem de volta para casa, nesse dia sua imagem como piloto se apagou.
Mas antes deste questionável verdadeiro ou não fato de um piloto de grandes prémios, Enzo Ferrari conseguiu uma vitoria que marcaria sua vida, ele ganhou de presente da Condensa Paolina mãe de Francesco Baracca, o símbolo do filho usado no seu avião duranta a guerra, segundo ela daria sorte, então levou para casa um escudo do aviador, que havia um símbolo de um cavalo empinando que até hoje adorna alguma parte de todos os carros feitos pelas fabricas Ferrari quer em competição quer em carros de passeio.

Enzo constituiu em 1929 à Scuderia Ferrari, controlando um grupo pequeno de carros esportes e bicicletas a motor.

Mas ainda ficou em contato com a Alfa Romeo, quando voltou para as competições de Grandes prémios em 1930 foi de forma não oficial mas conservando o nome sendo assim uma parceria nas competições, sociedade que acabou no final de 1930, apesar de ter conseguido bons resultados com os pilotos Tazio Nuvolari e Achille.
 A partir deste ponto Enzo criou carros de sua própria fabricação, inicialmente eram dois carros esportes na famosa Millie Miglia.
Após o fim da guerra, as competições foram reiniciadas com carros da marca Ferrari disputando nos grandes prémios, estão correndo a 800 Gps.
Enzo Ferrari morreu em 1988 aos 90 anos e deixou um legado de brilhantismo,paixão, velocidade e cor que ele empregou em sua existência criando a marca mais charmosa e Fascinante da historia dos automóveis.

Formula 1 com Tração nas Quatro Rodas

A Formula1 no final dos anos sessenta teve inovações frustrantes, os projetistas na eterna busca de aperfeiçoamento, alem de permanentes e eficazes asas aerodinâmicas, os bolidos também ganhariam uma fracassada tração nas quatro rodas.

Ferguson primeiramente experimentou no P99, um veículos que servia para teste, foi apresentado em 1961 e tinha o motor climax na dianteira, foi suficiente para dar a vitoria de Stirling Moss em uma corrida na chuva em Gold Cup na pista de Oulton Park no mês de Setembro daquele mesmo ano que não valia pelo campeonato mundial.

Mas as pesquisar apesar do bom resultado não foram adiante, até pelo menos em 1964 quando a BRM experimentou a tração nas quatro em seu P67, na ocasião o piloto Richard Attword não completou o Grande Prémio da Inglaterra.
Em 1969 quando os carros da F1 beiravam a meta dos 150 bhp por litro, a tração das quatro rodas novamente estava em alta, parte disto era a discussão sobre a velocidade da Lotus 56 Turbinada e à Lola T52 .
Neste mesmo ano, o titulo da F1 foi para Jackie Stewart com tração nas duas rodas, A Mclaren, Matra e Cosworth iniciaram seus projetos fracassados. Logo ficou óbvio que a inerente alteração no peso não seria compensada com uma maior tração nas curvas, a Lotus foi a primeira equipe a mudar a distribuição do torque entre os diferenciais, botando muito mais pressão no traseiro levando a praticamente invalidar o efeito tração nas quatro rodas.

O melhor resultado obtido por um piloto em grandes prémios guiando um carro de tração nas quatro rodas, foi um sexto lugar de Johnny Servoz Gavin com uma Matra no Canadá, enquanto a Mclaren abandonava o projéto, segundo seu piloto Derek Bell o carro “era uma coisa horrorosa”.

A tração nas quatro rodas no cenário da Formula 1 fracassou por ser pouco desenvolvidas, os pneus eram produzidos para duas rodas, alem de  tudo que havia se pensado até aquele momento também destinava-se a outro propósito, sendo esta mais uma ideia infeliz para melhorias no que envolve circo da Formula 1.

Um Grande Premio de 1969

Você sabia: Nesta epoca que os engenheiros tinham por objetivo alcançar os 150 bhp por litro, um novo motor surgia como uma lenda.

A Historia do Motor Cosworth

Todos estamos presenciando um ano difícil para Barrichello, maior culpa é do motor, o Cosworth alem da Williams, abrange as pequenas equipes da formula 1, mas teve um dia que este motor viveu uma historia de gloria.

O ano era 1967, a F1 corria com motores de 3 litros, poucos conseguiam 150bhp por litro, a Ferrari talvez fosse 360 bhp com seu V12, só para comparar o Honda tinha em torno de 390, então tudo que falavam da Ferrari ser o time dos maiores motores, podemos dizer que nem sempre.

A história do V8 Cosworth DFV teve início no GP da Holanda em 4 de Junho, quando este motor da Ford de Keith Duckworth redefiniu todo o estudo e expectativas de desenvolvimentos de motores em um só final de semana, venceu a corrida, sua primeira vitoria, tornou tudo o que havia sobre motores obsoleto em apenas um Grande Prémio.

Nesse período, uma personalidade chamada Ken Tyrrel que não estava muito envolvido com a Formula 1, prontamente foi até Zandvoort especialmente para ver esse motor que havia ganhado os olhos do circo da F1.
Ele teoricamente gostaria de trabalhar com Jack Stewart novamente, como havia feito num passado perto, mas, a Ferrari insistia em ter o Escocês em seus carros vermelhos. Tyrrel queria os motores, precisamente três deles, ao inicio foi negado, com retorno de um telegrama enviado por Ken logo após a apresentação do motor no GP da Holanda, K. Tyrrel então pressionou Walter Hayes, que era executivo de relações publicas da Ford, e este cedeu o pagamento de 20.000 libras para Stewart guiar o carro de Tyrrel equipado com o revolúcionario motor.

O motor era o futuro, a organização da Cosworth e sua ligação com a Ford com modernas técnicas de fabricação acabou representando o fim de uma era de motores na Formula 1, simplesmente esse propulsor produzia 405bhp, era super dimensionado, para Clark parecia dois motores em um, com custo de 7.500 libras, comparando com salário de Jack Stewart citado acima, e potência de motores famosos como Ferrari e Honda.

Segundo Jack Stewart o motor abriria uma nova tempo nas competições automobilísticas, um motor simples, pequeno, ele assemelhava-se a um motor de F2, a nova tecnologia para o futuro dos motores havia sido iniciada, o Cosworth vencia seus opositores, inclusive os motores turbocommprimidos, ao qual as unidades normalmente aspiradas não eram capaz de se igualar.

Este engenhoso propulsor venceu mais corridas que qualquer montadora de motores poderia imaginar, desde sua estreia em 1967 até o triunfo final em 1983 este motor conseguiu 155 vitórias.

Posteriormente a marca foi envolvida no triste mundo da ganancia pelo dinheiro, afastou-se das corridas algumas vezes, e depois de muitas voltas a F1 com diferentes empresas gerênciando, entra nos tempos de hoje empurrando os carros estreantes da F1 de 2010.

Também esta na Lótus em sua tentativa de retorno a f1, ao ser adotado pela tradicional equipe Williams é visto com culpado pelo mau desempenho dos carros de Frank Williams nos GPs deste ano.

A magia dos Cosworth acabou-se com seus grandes homens do passado, e cai em mãos de empresas e grupos sem a menor chance de ressuscitar a gloriosa história deste motor.

Primeiro Grande carro Inglês

Nos sabemos que a Formula 1 tem sua essência da Inglaterra, de la surgiu o primeiro Grande Premio em Silverstone. Ingleses são sinónimos de tradição na F1.
 Mas o primeiro grande carro Inglês bem sucedido, surgiu apenas quatro anos após o inicio do campeonato mundial, e uma copia descarada da Ferrari, era o carros feito pelo industrialista Tony Vandervell.
Ele havia estado antes na equipe BRM e posteriormente em uma Ferrari modificada, então criou a Vanwall em 1954, um carro feito com o motor Norton das corridas de Motociclismo, ele modificou o tamanho deste para quatro vezes mais e contou com a ajuda do engenheiro do motor, utilizou também o eixo da caixa e manivela do Rolls Royce, e
apesar de o chassis do carro ser uma copia da Ferrari, a Vanwall contava com freios a disco, e Injeção de combustível, sim nesta época.
Em 1956 o motor passou de 2.0 para 2.5 litros, e montado num novo chassi, projetado por Colin Chapman, sendo consideravelmente mais avançado, o carro so tendia a se elevar, e ainda mais quando Chapman questionou sobre Tony trazer Frank Costin que era especialista em aérodinamica de aviação que havia feito um ótimo trabalho na Lótus com carros esportivos., então Costin construiu uma carroceria muito bem feita em aerodinamica para o chassi de Chapman e o resultado se transformou na liderança do grande premio da Itália.
A equipe conseguiu contratar dois grandes pilotos, Stirling Moss e Tony Brooks, onde o primeiro existo aconteceu de forma oportuna no grande premio da Inglaterra, em Aintree, os dois pilotos compartilharam a vitoria, nesse ano de 1957 Moss ainda conquistou mais dois êxitos, no ano seguinte os dois pilotos deram a equipe o titulo de construtores com três vitorias cada um.
Moss falava que faltava motor ao carro, ele não respondia satisfatoriamente mas ele tinha uma boa aérodinamica para velocidade em retas associada a bons freios.

 Carro Vanwall
Tony Vandervell  fez fortuna vendendo os rolamentos “Clevite” para a linha aeronáutica e motores em geral, esteve sempre ligado ao mundo da velocidade, inicialmente com seu irmão Guy Anthony Vandervell que na década de 20 estava envolvido com corridas de automóveis e motocicletas.

A equipe começou a nascer na cabeça deste milionario industrial quando o rolamento foi empregado nos v12 das Ferraris transformando elas em unidades competitivas nas pistas, logo após foi procurado pelo ex piloto Raymond Mays para ingressar na equipe BRM, onde em pouco tempo por ocasião de desorganização da mesma acabou se retirando para comandar uma Ferrari cedida por Enzo Ferrari que foi nomeado de Thinwall Special, ao tentar conseguir um modelo mais avançado do que tinha em mãos, recorreu novamente a  Enzo que por vez com medo de ter cedido a tecnologia que poderia vazar para a equipe BRM, deixou Tony esperando por três horas após a hora marcada na fabrica Italiana, furioso Vandervell foi embora e iniciou a equipe Vanwall, desta forma Nasceu o primeiro grande carro inglês.
A equipe teve sua conquista do titulo de equipe junto de tristeza em 58 com a morte de seu piloto Stuart Lewis-Evans na prova final, Vandervell se culpou pelo fato e o entusiasmo terminou naquele ano, onde a equipe apenas foi levada para frente de forma discreta e em seguida com problemas de saúde foi dada encerrada a Vanwall.
Este grande nome da historia da Formula 1 morreu em 1967